<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3396007185903699837</id><updated>2011-04-21T12:42:34.192-07:00</updated><title type='text'>Sopa de Bits</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://swapbits.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3396007185903699837/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://swapbits.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Fred</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12770568887972808377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3396007185903699837.post-8441663216857853802</id><published>2009-05-10T19:38:00.000-07:00</published><updated>2009-05-10T19:40:03.672-07:00</updated><title type='text'>O outro</title><content type='html'>Pelo que andam dizendo por aí, em livros, artigos, bares e balcões de Lan Houses, a substituição da Web 1.0 pela Web 2.0 alterou a forma como os usuários de internet se relacionam com o mundo quando sentam na cadeira e pressionam o botão de “ON” da CPU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um teclado, um mouse e uma boa dose de paciência garantem entrada em um mundo até o século passado inexplorado pelos indicadores e anelares alheios: a vida nas comunidades virtuais, uma realidade marcada pela interconectividade e interatividade entre os usuários e no conteúdo que chega à grande rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o colapso da bolha das empresas ponto-com, em 2001, a chamada Web 1.0 reservava ao usuário uma posição passiva perante a internet, de consumidor, sem qualquer participação no conteúdo que era produzido. A troca de informações se resumia aos e-mails e “instant messengers”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este primeiro momento, em que não era incomum “web designers” enfeitarem as capas da “Time”, beneficiou principalmente as redes de negócio. Com a instalação de computadores nas empresas, poupava-se tempo, papel, telefone e aumentava-se o fluxo de informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falência deste modelo foi seguida pelo brainstorm criativo de Tim O’Reily, que forneceria as bases para a Web 2.0. A mudança de paradigma incorreu em uma plataforma em que o usuário controla a informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente, a Web 2.0 incorpora recursos tecnológicos que já estariam disponíveis anteriormente, como sugere Tim Berners-Lee, o criador da primeira geração da World Wide Web. Esta linha de pensamento permite concluir que a criação do termo Web 2.0 foi uma forma inteligente de devolver credibilidade a um modelo (literalmente) falido e desacreditado da grande rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que isso, entretanto, a Web 2.0 abriu a fechadura para um modelo que oferece novas formas de interação pessoal e comercial, em que os consumidores de informação sejam também os produtores dela. Em vez de consultar os pesados volumes de uma coleção da enciclopédia Britannica, por exemplo, pode-se, com alguns cliques, acessar a Wikipedia para obter a mesma informação. Ou, ao invés de ligar para a Blockbuster mais próxima, em busca do último filme do Sylvester Stallone, umas poucas horas de conexão no BitTorrent, garantem o mesmo efeito. Ainda que em uma tela menor, como é na maioria dos casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Web 2.0 é a mãe dos usuários participativos. Mas, como escreveu o blogueiro Robson da Silva Espig, tais mudanças só foram possíveis em um ambiente propício para esta evolução: a democratização do acesso à rede para mais de um bilhão de usuários em todo o mundo, a velocidade da banda larga e a convergência das mídias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participação é a palavra de ordem. O que, no mundo animal, implica no envolvimento com “o outro”. Quem (ou o que) quer que ele seja.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3396007185903699837-8441663216857853802?l=swapbits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://swapbits.blogspot.com/feeds/8441663216857853802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://swapbits.blogspot.com/2009/05/o-outro.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3396007185903699837/posts/default/8441663216857853802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3396007185903699837/posts/default/8441663216857853802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://swapbits.blogspot.com/2009/05/o-outro.html' title='O outro'/><author><name>Fred</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12770568887972808377</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
